raki

Estamos em um quarto vermelho. 

O mundo é realmente infinito. A letra rabisca o papel higiênico. Pisco profundamente, e a leda pigarreia e tosse e desenha linhas-palavras com tinteiro negra.

Escrevo sobre Burroughs e Ginsberg e o Yagé.

Durmo. Sonho. E este escrito faz parte do sonho, que não é lúcido, opostamente. O mar é tão bonito… Calmaria. As luzes brilham e piscam profundamente, e as águas negras. Um velho farol.

Amanhã, a desmemória e nós em um quarto vermelho.